SOBRE_

A Glocalmusic distingue-se por fomentar ativamente o lema “Pensar global, agir local”. Neste sentido, procura descentralizar a sua ação através da criação de núcleos implementados nos locais onde existe maior facilidade de operacionalização. A Glocalmusic é uma cooperativa cultural de formação relativamente recente (projecto iniciado em outubro de 2015 e legalmente constituído em julho de 2016), mas cuja comunidade de membros e colaboradores directos têm entre si larga experiência e competência em domínios artísticos, socioculturais e educativos.

É uma organização sem fins lucrativos que procura a criação de condições de empoderamento para desenvolvimento do labor artístico e da criatividade do ser humano. É uma agremiação de fazedores de cultura – músicos e artistas, criadores, pesquisadores, formadores – para o desenvolvimento da criatividade musical, entendida como liberdade criativa total, porquanto a criatividade radica na liberdade e é o seu garante.

As principais actividades, desenvolvem metodologias que aliam a criatividade, a arte e a ludicidade, dirigidas a contextos e públicos específicos (população local, escola, idosos, no domínio da deficiência, da educação não formal de técnicos e outros).

MANIFESTO_

Glocalmusic é uma agremiação de fazedores de cultura – músicos e artistas, criadores, pesquisadores, formadores – para o desenvolvimento da criatividade musical, entendida como liberdade criativa total, porquanto a criatividade radica na liberdade e é o seu garante.
 

GLOCALMUSIC PROPÕE-SE A

1. Prosseguir o desenvolvimento de estratégias e a disponibilização de meios de produção e recepção – junto dos seus públicos, associados e colaboradores – que conduzam a uma verdadeira democratização musical, artística e cultural, nos domínios do sentir e do pensar, do saber e do saber fazer, do imaginar e do poder fazer, do poder ouvir e do poder fazer-se ouvir.

2. Privilegiar, na sua acção, a experimentação e o que é experienciado de modo vivencial, seguindo o princípio de que todos os seres humanos (pelo menos esses), são naturalmente dotados de capacidades musicais e artísticas.

3. Defender o artesanato musical, assim como a música doméstica e electrodoméstica.

4. Promover e desenvolver a música repentista, nas suas diversas práticas improvisativas, da improvisação livre à improvisação estruturada, e atendendo às suas diversas práticas expressivas populares e urbanas.

5. Desenvolver a música clástica (sedimentária e reciclada), proporcionada pela comunicação rizomática da fruição estética e da osmose cultural, à escala glocal, e estudando as mais diversas práticas expressivas, sejam elas populares e urbanas ou institucionalizadas.

6. Seguir como princípio orientador a interdisciplinaridade, explorando as possibilidades da sinestesia, pensando a música na sua relação com outras artes (as artes performativas, as artes urbanas e de rua, as artes visuais e o cinema, a poesia) e na sua relação com as ciências. Fazer uso ostensivo dos meios tecnológicos (multimédia, informática, telecomunicações, tecnologias do som, etc.). Aprender com as máquinas, seus ritmos e tantas outras expressões idiomáticas.

7. Adoptar uma actividade exploratória que passa pela invenção de novos instrumentos sonoros, pela criação de instalações sonoras, pela exploração de paisagens sonoras, pelo aproveitamento das fontes sonoras disponíveis em qualquer ecossistema sonoro, natural ou urbano. Alargar a atitude exploratória à música surda e ab-surda, seja lá o que isso for.

8. Valorizar a música incidental. Explorar a música (em conjugação com outras artes do tempo e do movimento), através dos seus efeitos potenciadores de estados de consciência e de atracção pessoal e interpessoal.

9. Adoptar e desenvolver as diversas técnicas composicionais contemporâneas – nomeadamente na senda das chamadas músicas concreta, electrónica, acusmática, improvisada, conceptual, etc. – assim como a música casuística e outras formas de música experimental, submetendo-as ao princípio geral do edonismo criativo.

10. Desenvolver actividade no domínio da formação artística e motivacional, através da criação de estratégias de experienciação multi-sensoriais e lúdico-pedagógicas.

© Texto por Nuno Reis / Glocalmusic, todos os direitos reservados

NÚCLEOS_

NT

NC

NO

Núcleo Tejo
A/c Glocalmusic, ACCA, Rua Rainha Sta. Isabel, 7, C.C Rainha Sta. Isabel, loja 28,
Cova da Piedade, 2805-169 Almada
Núcleo Centro
Casa do Rio (Glocalmusic), Praça da República, 73, 1º andar,
3750-110 Águeda
Núcleo Oeste
Casa da Cultura do GDS, Rua da Unidade, 8, Sobreiro Curvo, 
2560-048 A-Dos-Cunhados (Torres Novas)

EQUIPA_

SOBRE OS NÚCLEOS
A solidificação dos núcleos locais/regionais da Glocalmusic é um objectivo estratégico da cooperativa. O trabalho colaborativo online tem permitido manter uma comunicação constante entre grupos de trabalho compostos por cooperadores dos vários núcleos. Os Núcleos locais organizam-se geograficamente em Núcleos regionais. Os critérios para a criação de um núcleo local assumem a existência de cooperadores residentes nessa localidade interessados em assumir essa representação da cooperativa, de colaboradores, de entidades parceiras e, enfim, de sinergias. Os Núcleos são extraordinariamente importantes na relação com os municípios e as diversas entidades locais/regionais, no levantamento de parcerias locais e, sobretudo, no vínculo directo com a população. A implementação da rede inter-núcleos, a partilha de soluções encontradas por cada núcleo e desenvolvimento de atividades em conjunto entre os núcleos são importantes objectivos. O encontro Fórum Membros, realizado dia 22 de Julho de 2017 nas instalações da Oficina de Música de Aveiro (OMA), foi justamente dedicado ao tema “Núcleos regionais, intervenção local e partilha de experiências inter-núcleos”. Como resultado do encontro, são actualmente considerados três núcleos regionais: Núcleo Centro (Águeda, Aveiro e Coimbra), Núcleo Oeste (Sobreiro Curvo – Torres Novas, Lourinhã e Alcobaça) e o Núcleo Tejo (Almada, Lisboa, Sintra, Oeiras/Algés).
 
 
 
 
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Nuno Reis

Músico, Fazedor Cultural 

(Direcção Glocalmusic)

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Luis Miguel Rodrigues 

Mediador Cultural, Encenador & Formador

(Direcção Glocalmusic)

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Luis Fernandes

Músico, Realizador, Artista Sonoro e Arteterapeuta

(Direcção Glocalmusic)

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Beatriz Portugal

Artista & Cantora

(Direcção Glocalmusic)

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Ana Paula Pires

Professora de Educação Musical

(Direcção Glocalmusic)

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Bitocas Fernandes

Músico & Formador

(Assembleia Geral Glocalmusic)

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Ana Maia

Psicóloga Educacional

(Assembleia Geral Glocalmusic)

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Daniel Romeiro

Músico & Formador

(Conselho Fiscal Glocalmusic)

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Assistente de Produção

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Psicólogo Educacional

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Professora de Música

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Músico e Formador

 

REDE CRIATIVA_

PARCERIAS NACIONAIS

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PARCERIAS INTERNACIONAIS

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